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Rubio ameaça Delcy Rodríguez e diz que final pode ser igual ao de Maduro

Publicada em: 28/01/2026 13:33 -

 

Marco Rubio, vai usar um discurso nesta quarta-feira (28 jan 2026) para advertir a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, de que ela pode enfrentar consequências semelhantes às de Nicolás Maduro se não cooperar com os interesses dos Estados Unidos.

Aqui estão os principais pontos que já foram divulgados antes da apresentação oficial do discurso:

📌 A advertência de Marco Rubio

  • Rubio afirma que Delcy Rodríguez “conhece muito bem o destino de Maduro”, referindo-se à captura do ex-presidente venezuelano pelo governo dos EUA em 3 de janeiro de 2026.

  • Ele deve dizer ao Comitê de Relações Exteriores do Senado que os Estados Unidos estão preparados a “usar a força” para garantir cooperação plena caso soluções diplomáticas e outras medidas fracassem.

  • Rubio insiste que essa postura alinha os interesses pessoais de Rodríguez com os “objetivos-chave” da política americana em Caracas.

🗣️ Sobre a operação de 3 de janeiro

  • Rubio defenderá a operação que resultou na captura de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, descrevendo-a como uma ação para deter “dois narcotraficantes” e não como uma guerra contra a Venezuela.

  • Ele também deve enfatizar que os EUA não estão em guerra com a Venezuela e que a operação foi conduzida sem perdas de vidas americanas ou ocupação militar contínua.

🛢️ Interesses estratégicos mencionados

  • No discurso preparado, Rubio deve reforçar que o governo Trump quer que Rodríguez apoie os interesses econômicos dos EUA, especialmente no setor petrolífero, incluindo o acesso preferencial a petróleo e investimentos de empresas americanas.

🧠 Contexto mais amplo

  • A audiência no Senado ocorre em meio a controvérsias sobre a legalidade da operação e pressões divergentes nos EUA sobre o papel do país na Venezuela.

Resumidamente, a imprensa americana relata que Rubio pretende usar o discurso para pressionar publicamente Delcy Rodríguez a cooperar com Washington ou enfrentar consequências similares às de Maduro, ao mesmo tempo em que justifica a operação de 3 de janeiro e reafirma os interesses estratégicos dos EUA no país.

 
 
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