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Três Lagoas -MS: Pesquisa do Procon aponta alta no preço da carne em Três Lagoas

Publicada em: 19/02/2026 06:49 -

A pesquisa divulgada pelo Procon de Três Lagoas confirma um movimento que já vinha sendo sentido no bolso do consumidor: a alta da carne vermelha no município de Três Lagoas.

📈 Principais aumentos registrados

Alguns cortes apresentaram variações significativas em comparação com o segundo semestre de 2025:

  • Alcatra: de R$ 45,90 para R$ 49,90

  • Bola da paleta: de R$ 36,90 para cerca de R$ 39,00

  • Filé mignon: de R$ 57,90 para R$ 66,99 (uma das maiores altas)

Dependendo do corte, o consumidor pode pagar até R$ 10 a mais por quilo, impactando tanto o churrasco quanto as refeições do dia a dia.


🐂 Por que a carne bovina está mais cara?

Segundo o economista Marçal Rizzo, professor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, os principais fatores são:

  • 🌎 Aumento da demanda internacional (exportações aquecidas)

  • 🐄 Menor oferta de bois para abate, já que pecuaristas estão retendo fêmeas para recompor o rebanho

  • 💵 Oscilação do dólar

  • 🗳️ Ano eleitoral, que pode gerar instabilidade econômica

  • 🌦️ Condições climáticas, afetando a produção pecuária

Esse conjunto de fatores mantém os preços sob pressão e pode prolongar o cenário de alta ao longo de 2026.


🍗 Alternativas mais acessíveis

Com a carne bovina mais cara, o consumidor tende a buscar substituições:

  • Coxa de frango: a partir de R$ 8,99/kg

  • Peito de frango com osso: a partir de R$ 11,99/kg

  • Pernil suíno: média de R$ 20,00/kg

A substituição por frango e carne suína é uma estratégia comum para equilibrar o orçamento doméstico.


📌 O que esperar para 2026?

A expectativa é de que os preços da carne bovina continuem elevados ao longo do ano, exigindo:

 

  • ✔️ Mais pesquisa de preços

  • ✔️ Planejamento nas compras

  • ✔️ Aproveitamento de promoções

  • ✔️ Substituição estratégica de proteínas

  • Pesquisa divulgada pelo Procon de Três Lagoas, revela aumento nos preços da carne vermelha no município. O levantamento analisou 30 tipos de carnes, entre bovina, suína e frango, e confirmou a tendência de alta já percebida pelos consumidores. A alcatra, por exemplo, passou de R$ 45,90, em agosto do ano passado, para R$ 49,90 neste ano. Já a bola da paleta subiu de R$ 36,90 para cerca de R$ 39,00 o quilo. O filé mignon apresentou uma das maiores variações: de R$ 57,90 no segundo semestre de 2025 para R$ 66,99 em fevereiro de 2026. Dependendo do corte, o consumidor pode pagar até R$ 10 a mais em comparação com o ano passado, encarecendo o churrasco e até as refeições do dia a dia.
  • O economista Marçal Rizzo, professor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), explica que a alta se deve principalmente ao aumento da demanda internacional e à menor oferta de bois para abate, já que pecuaristas estão retendo fêmeas para recomposição do rebanho. Segundo ele, outros fatores também influenciam os preços, como o comportamento do dólar, o ano eleitoral e as condições climáticas, que podem impactar diretamente a produção de proteína animal. Enquanto a carne bovina sobe, o frango e a carne suína aparecem como alternativas mais acessíveis. A pesquisa aponta que o quilo da coxa de frango pode ser encontrado a partir de R$ 8,99 e o peito com osso a partir de R$ 11,99. Já o pernil suíno custa, em média, R$ 20,00 o quilo. De acordo com o economista, o consumidor brasileiro tende a substituir a carne bovina por opções mais baratas para aliviar o orçamento doméstico. A expectativa é de que os preços continuem sob pressão ao longo de 2026, exigindo ainda mais planejamento por parte dos consumidores.
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