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Valdemar elogia Haddad após Lula indicá-lo para enfrentar Tarcísio em SP: "Camarada sério e competitivo"

Publicada em: 01/03/2026 07:42 -

A declaração de Valdemar Costa Neto reforça dois movimentos políticos importantes em São Paulo: o reconhecimento público da força eleitoral de Tarcísio Gomes de Freitas e, ao mesmo tempo, a tentativa de manter a direita unificada diante de uma eventual candidatura de Fernando Haddad ao governo estadual em 2026.

🔎 O que Valdemar sinalizou

Mesmo elogiando Haddad — chamando-o de “camarada sério” e dizendo que ele estaria fora das crises do PT — o presidente do PL afirmou que o ministro teria um “bloqueio muito grande” para vencer em São Paulo. Na avaliação dele, Tarcísio seria “imbatível”.

Mas há um ponto estratégico na fala: Valdemar alertou que a direita não pode se dividir, pois uma fragmentação poderia abrir espaço para vitória de Haddad. Ou seja, o discurso combina confiança com cautela.


🗳️ O cenário paulista projetado para 2026

Caso se confirme, a disputa pode colocar frente a frente:

  • Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos) – provável candidato à reeleição

  • Fernando Haddad (PT) – incentivado por Luiz Inácio Lula da Silva a disputar o governo

Haddad já disputou o governo paulista em 2022, quando perdeu para Tarcísio no segundo turno. Agora, segundo bastidores, ele deixaria o Ministério da Fazenda até abril para cumprir o prazo de desincompatibilização.


🧩 Formação de chapa e alianças

O texto também aponta possíveis articulações para o Senado:

  • Marina Silva poderia retornar ao PT para compor como candidata ao Senado.

  • Simone Tebet poderia migrar para o PSB e disputar a outra vaga.

Esses movimentos indicam uma tentativa de ampliar a frente de apoio em torno de Haddad, especialmente buscando nomes com eleitorado próprio e perfil moderado.


📊 Leitura política

A fala de Valdemar cumpre três funções:

  1. Valoriza Tarcísio, consolidando-o como principal nome da direita em SP.

  2. Reconhece Haddad como adversário competitivo, evitando subestimá-lo.

  3. Pressiona por unidade no campo conservador, antecipando disputas internas.

 

Se quiser, posso fazer uma análise mais detalhada do cenário eleitoral paulista, incluindo forças partidárias, histórico de votação e possíveis impactos nacionais dessa disputa.

O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, rasgou elogios ao minstro da Fazenda, Fernando Haddad, ao ser perguntado por uma repórter sobre o fato de que o petista, após pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, decidiu concorrer ao governo do estado de São Paulo e enfrentar o atual governador Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos), que disputará a reeleição. A declaração foi feita após um evento em que foi homenageado na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), nesta sexta-feira (27). Apesar dos elogios a Haddad, Valdemar disse que Tarcísio é “imbatível” no estado. “O Haddad é um camarada sério, ele está fora de todos esses problemas que o PT está enfrentando, mas acho que ele tem um bloqueio muito grande para ganhar uma eleição para o governo de São Paulo. Na minha opinião, o Tarcísio é imbatível”, declarou Valdemar. “Apesar do Haddad ser um camarada sério, ser competitivo…”, prosseguiu o dirigente do PL. Ainda que tenha afirmado que Tarcísio é “imbatível” em São Paulo, Valdemar ponderou que a direita precisa “se unir” pois há, sim, chances de Haddad vencer a eleição no estado. “Nós não podemos nos dividir. Se nós não dividirmos, nós ganhamos a eleição. Se dividirmos, nós corremos risco. Temos que tomar cuidado com isso, mas acho que o Tarcísio tem uma situação muito tranquila” Haddad candidato O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, foi convencido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na viagem que ambos fizeram à Índia e Coreia do Sul, a concorrer ao governo de São Paulo em 2026. As informações são da jornalista Thais Bilenky. O ministro já havia falado sobre se licenciar do cargo para participar da campanha de reeleição de Lula, mas não se mostrava disposto a se candidatar a algum cargo público. Apesar de não assumir oficialmente a candidatura ainda, ele deixará o governo até o início de abril, assim como pelo menos outros 19 titulares de ministérios que devem se desincompatibilizar no prazo de até seis meses antes para concorrer às eleições. Para formar chapa com Haddad na disputa pelo Senado, a ministra do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Marina Silva, deve voltar ao PT para ser uma das candidatas, enquanto a outra vaga pode ser da ministra do Planejamento, Simone Tebet, caso mude para o PSB. 

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