O caso em Delfinópolis chocou a população pela brutalidade. Segundo as informações divulgadas, Marcela Alcântara Santos, de 18 anos, foi presa neste sábado (20), acusada de matar Íris Cândida, de 24 anos, após atear fogo nela dentro de uma mercearia.
De acordo com relatos iniciais, o ataque teria sido motivado por ciúmes: a suspeita teria se irritado ao ver a vítima conversando com seu namorado e, em seguida, jogado líquido inflamável e provocado o incêndio. Íris sofreu queimaduras graves — de 1º, 2º e 3º graus — em cerca de 40% do corpo, atingindo principalmente braços, tórax e pernas.
Após ser socorrida por moradores, a vítima foi levada ao hospital municipal e depois transferida para a Santa Casa de São Sebastião do Paraíso, referência em tratamento de queimados na região, mas não resistiu aos ferimentos.
A prisão ocorreu após buscas da Polícia Civil de Minas Gerais em endereços ligados à família da suspeita. Ela foi localizada escondida em uma casa abandonada na zona rural, perto do distrito de Olhos d’Água.
O caso segue em investigação, e Marcela pode responder por homicídio qualificado por motivo fútil e meio cruel, o que pode agravar a pena em caso de condenação.
Marcela Alcântara Santos, de 18 anos, foi detida em Delfinópolis (MG) nesta sábado (20) sob a acusação de assassinar Íris Cândida, de 24 anos, queimada viva em uma mercearia local. A prisão ocorreu no mesmo dia em que a morte da vítima foi confirmada pela equipe médica do hospital. ++ Sistema de IA revela como gente comum está criando renda passiva no automático De acordo com a Polícia Civil de Minas Gerais, Marcela estava foragida desde o ataque, ocorrido em 11 de abril. Após diligências em diversos endereços vinculados à família da jovem, os agentes a encontraram escondida em uma casa abandonada na zona rural de Delfinópolis, perto do distrito de Olhos d’Água. A operação contou com apoio de equipes de investigação e batidas policiais em pontos estratégicos da região. ++ Madeleine McCann, desaparecida em 2007, aparece mencionada nos arquivos do caso Epstein O crime ocorreu dentro da pequena mercearia onde Íris trabalhava. Testemunhas relataram que a suspeita não conhecia a vítima e teria se irritado após vê-la conversando com seu namorado. Num surto de ciúmes, Marcela derramou um líquido inflamável sobre Íris e ateou fogo imediatamente, enquanto frequentadores do estabelecimento entravam em pânico. Socorrida por vizinhos, Íris foi levada primeiro ao hospital municipal de Delfinópolis e, devido à gravidade das queimaduras, foi transferida para a ala de queimados da Santa Casa de São Sebastião do Paraíso. Ainda na ambulância, a equipe de socorro tentou conter as chamas que atingiram braços, tórax e pernas da jovem. A vítima sofreu queimaduras de 1º, 2º e 3º graus em aproximadamente 40% do corpo, principalmente dos ombros para baixo. Apesar dos esforços médicos, Íris não resistiu aos ferimentos e teve o óbito confirmado pouco depois de dar entrada na unidade especializada. Familiares afirmam que Marcela havia chegado recentemente à cidade para trabalhar na colheita de bananas em fazendas próximas. Segundo depoimentos, pouco antes do ataque, Íris conversava brevemente com o namorado de Marcela, o que teria desencadeado a crise de ciúmes da suspeita. O caso segue sob responsabilidade da Polícia Civil de Minas Gerais, que deve ouvir testemunhas adicionais e solicitar exames periciais para confirmar as circunstâncias do crime. Até o momento, Marcela Alcântara Santos permanece presa e deve responder por homicídio qualificado por motivo fútil e meio cruel.
