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Ronaldo Caiado critica intenção dos EUA de questionar eleições no Brasil

Publicada em: 27/07/2026 06:31 -

 

O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado, afirmou que confia no sistema eleitoral brasileiro e criticou qualquer tentativa de interferência estrangeira nas eleições do país. A declaração foi publicada no último sábado (25) em sua conta na rede social X.

Segundo Caiado, embora seja favorável à presença de observadores internacionais durante o processo eleitoral, considera inaceitável que qualquer país coloque em dúvida a integridade ou o resultado das eleições brasileiras.

"Confio nas urnas eletrônicas do Brasil. Sempre apoiei a presença de observadores de diversos países nas nossas eleições. No entanto, considero inaceitável que qualquer nação, inclusive os EUA, queira questionar a integridade e os resultados de nossos pleitos", escreveu.

A manifestação ocorreu após reportagem do The Washington Post informar que o governo do presidente Donald Trump estudava enviar uma missão ao Brasil para acompanhar o processo eleitoral e elaborar um relatório sobre a integridade das eleições marcadas para outubro.

De acordo com o jornal, a delegação seria composta por Riley M. Barnes, secretário de Estado adjunto para Democracia, Direitos Humanos e Trabalho, e Samuel D. Samson, subsecretário adjunto da mesma área.

Entretanto, o Itamaraty negou o visto de entrada aos dois representantes norte-americanos. Em resposta, o Departamento de Estado dos Estados Unidos afirmou que a visita prevista fazia parte de uma agenda de rotina e negou que tivesse o objetivo de desacreditar o processo eleitoral brasileiro.

Em nota enviada à imprensa, o governo norte-americano classificou como "uma mentira infundada" a alegação de que haveria uma conspiração para enfraquecer a credibilidade das eleições no Brasil, reiterando que a missão não tinha essa finalidade.

O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado, manifestou-se contra a tentativa dos EUA de enviar observadores internacionais ao Brasil, com o objetivo de monitorar e questionar a integridade das eleições brasileiras. "Confio nas urnas eletrônicas do Brasil. Sempre apoiei a presença de observadores de diversos países nas nossas eleições. No entanto, considero inaceitável que qualquer nação, inclusive os EUA, queira questionar a integridade e os resultados de nossos pleitos", enfatizou o político goiano, no último sábado, no X.

Estudo revela que música estimula o cérebro e pode acalmar bebês desde os primeiros meses de vida Ainda no sábado, o jornal The Washington Post divulgou que o governo Trump planejava enviar uma missão ao Brasil para lançar dúvidas sobre a integridade das eleições, além de elaborar um relatório destinado a deslegitimar o pleito agendado para outubro. Conforme o jornal, a delegação incluiria dois funcionários do Departamento de Estado dos EUA, que chegariam a Brasília em breve. Estavam designados para a missão Riley M. Barnes, secretário de Estado adjunto para Democracia, Direitos Humanos e Trabalho (DRL), e Samuel D. Samson, subsecretário adjunto do DRL. VISTO NEGADO  

O Itamaraty recusou o visto dos oficiais norte-americanos. Posteriormente, o Departamento de Estado dos EUA declarou que a visita dos dois oficiais ao Brasil não tinha a intenção de desacreditar as eleições brasileiras. Segundo o governo de Donald Trump, a afirmação seria uma “mentira infundada”. "Qualquer sugestão de uma 'conspiração' para minar a eleição de uma nação democrática é uma mentira infundada. Tratava-se de uma visita de rotina", afirma um trecho da nota enviada ao Metrópoles. 
 
 
 
 
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