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Nikolas Ferreira critica desfile em homenagem a Lula na Sapucaí

Publicada em: 16/02/2026 06:01 -

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG)** criticou, no domingo (15/02), o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que prestou homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em publicação na rede social X (antigo Twitter), o parlamentar afirmou que houve “dois pesos e duas medidas”. Segundo ele, caso a homenagem tivesse sido feita ao ex-presidente Jair Bolsonaro em 2022, haveria consequências judiciais, como investigações, apreensões e até inelegibilidade.

Tentativas de barrar o desfile

Antes da apresentação, setores da oposição ingressaram com ações na Justiça para tentar impedir o desfile, alegando possível propaganda eleitoral antecipada e questionando o uso de recursos públicos destinados às escolas de samba. As iniciativas, no entanto, não prosperaram.

Moro também critica

O senador Sergio Moro (União-PR) também se manifestou nas redes sociais. Antes da apresentação, afirmou que recursos do contribuinte estariam sendo usados para promover propaganda eleitoral antecipada.

Após o desfile, voltou a comentar o tema, mencionando casos de corrupção associados ao presidente e classificando o evento como “abuso de poder”, acusando ainda o governo de financiar o espetáculo.


 

O episódio reacende o debate sobre os limites entre manifestações culturais, liberdade artística e possíveis implicações eleitorais, especialmente quando há uso de recursos públicos em eventos que envolvem figuras políticas.

Nesse último domingo (15/02), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) criticou o desfile da Acadêmicos de Niterói, afirmando que a homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva configurou um privilégio. De acordo com o parlamentar, se o homenageado fosse o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2022, ele teria enfrentado responsabilizações criminais. Nikolas Ferreira critica homenagem a Lula e fala em privilégio

No “X”, antigo “Twitter”, o deputado argumentou que há dois pesos e duas medidas: “Se esse desfile fosse em 2022: Bolsonaro estaria preso, busca e apreensão no PL, apreensão no barracão da escola, apreensão dos carros alegóricos e o inegibilidade vitalícia.“, disparou. Anteriormente, a oposição tentou barrar o desfile na Justiça em diversas frentes, mas sem sucesso. Entre os argumentos, além de apontar atos de propaganda eleitoral antecipada, os críticos questionam o uso de recursos públicos pelas escolas de samba, incluindo a Acadêmicos de Niterói. Moro explode nas redes contra desfile e provoca: “Faltou o carro da Odebrecht”

O senador Sergio Moro (União-PR) também se manifestou antes da apresentação da escola: “O dinheiro do contribuinte utilizado por uma escola de samba para fazer propaganda eleitoral antecipada para o Lula. Coisa de caudilho populista. Caminhamos para uma democracia de fachada.“, protestou ele logo a princípio.

Logo após o desfile, Moro voltou ao microblog para “alfinetar” o atual presidente da República: “Faltou o carro da Odebrecht e do Sítio de Atibaia no desfile do Lula.“, escreveu. Na sequência, o ex-juiz continuou: “Foi um deprimente espetáculo de abuso do poder. Com enaltecimento de Lula, sem escândalos de corrupção, e com ataques aos adversários, tudo financiado pelo Governo.“, acusou por fim.

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