A aprovação do regime de urgência acelera bastante a tramitação do projeto que cria oito novas varas da Justiça Federal, sendo:
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6 em Mato Grosso do Sul
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2 no Amazonas
Como o texto agora pode ir direto ao plenário, sem passar pelas comissões, a votação final pode ocorrer nas próximas sessões da Câmara.
📍 Onde serão instaladas as novas varas
🟢 Mato Grosso do Sul
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Bonito
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Corumbá
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Ponta Porã
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Naviraí
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Três Lagoas
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Dourados
Para você, que está em Três Lagoas, a medida é especialmente relevante. A instalação de uma vara federal no município pode reduzir deslocamentos para outras cidades e acelerar julgamentos de processos previdenciários, tributários, ambientais e criminais federais.
🌳 Amazonas
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Tefé
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Humaitá
No Amazonas, o foco é ampliar a capacidade de atuação da Justiça Federal em demandas ambientais e no combate ao crime organizado em áreas de floresta.
👥 Estrutura prevista
O projeto autoriza:
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120 cargos efetivos
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90 funções comissionadas
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12 vagas para magistrados
A estimativa técnica aponta custo anual próximo de R$ 90 milhões, com implantação condicionada à disponibilidade orçamentária a partir de 2027.
🏛️ Articulação política
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Relator: Deputado Dagoberto Nogueira
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Apoio articulado pelo governador Eduardo Riedel
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Participação da senadora Soraya Thronicke
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Compromisso de acelerar a tramitação pelo presidente da Câmara Hugo Motta
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Defesa institucional do presidente do TRF3, Carlos Muta
📌 Impactos esperados
Segundo autoridades:
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Descentralização da Justiça Federal
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Redução do tempo de tramitação de processos
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Melhora no atendimento à população do interior
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Fortalecimento jurídico diante de projetos estratégicos como:
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Rota Bioceânica
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Expansão do setor de celulose
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Questões de fronteira em MS
A Câmara dos Deputados aprovou o regime de urgência para o projeto de lei que prevê a criação de oito novas varas da Justiça Federal no país. Do total, seis unidades devem ser instaladas em Mato Grosso do Sul e duas no Amazonas. Com a decisão, o texto poderá ser analisado diretamente em plenário, sem passar pelas comissões temáticas, e já está apto a entrar na pauta das próximas sessões. O deputado federal Dagoberto Nogueira foi designado relator da proposta. A articulação política em torno do projeto ganhou força após reunião entre o governador Eduardo Riedel, integrantes do Tribunal Regional Federal da 3ª Região e a senadora Soraya Thronicke. Durante o encontro, houve contato telefônico com o presidente da Câmara, Hugo Motta, que se comprometeu a acelerar a tramitação. - Em Mato Grosso do Sul, as novas varas federais estão previstas para Bonito, Corumbá, Ponta Porã, Naviraí, Três Lagoas e Dourados. No Amazonas, os municípios contemplados são Tefé e Humaitá. O projeto autoriza ainda a criação de 120 cargos efetivos, 90 funções comissionadas e 12 vagas para magistrados. A justificativa apresentada destaca a necessidade de ampliar a estrutura da Justiça Federal em regiões do interior que registram crescimento populacional e econômico, com consequente aumento da demanda judicial. No Amazonas, o foco recai sobre o avanço de litígios ambientais e o enfrentamento de organizações criminosas em áreas de floresta. Embora o texto não detalhe o impacto financeiro, estimativas técnicas apontam que a manutenção das novas unidades pode gerar despesa anual próxima de R$ 90 milhões. O anteprojeto encaminhado pelo Superior Tribunal de Justiça reconhece que haverá aumento de gastos a partir de 2027 e condiciona a implantação das varas à disponibilidade orçamentária da Justiça Federal.
- Durante agenda em Campo Grande, o presidente do TRF3, desembargador federal Carlos Muta, afirmou que a medida tende a ter baixo impacto financeiro no Estado, uma vez que parte da estrutura física já existente poderá ser aproveitada. Segundo ele, a ampliação deve facilitar o acesso da população à Justiça, especialmente em municípios mais distantes dos grandes centros. A procuradora-geral do Estado, Ana Ali, avaliou que a criação das novas varas fortalece a prestação jurisdicional diante dos projetos estratégicos em curso, como as rotas Bioceânica e da Celulose, além da condição de Mato Grosso do Sul como área de fronteira. Com a urgência aprovada, a proposta pode ser votada nas próximas sessões do plenário, mas ainda não há data definida para a deliberação final.
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