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Daniel Vorcaro entrega pendrive com todos os podres da política

Publicada em: 07/05/2026 05:48 -

O banqueiro Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, entregou nesta quarta-feira, seis de maio, à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República, o temível pendrive. Ele fez uma proposta de delação premiada com anexos sobre políticos e os bastidores do caso Master, segundo informações da revista Fórum. O material foi dado em um pendrive e será posto sob análise preliminar das autoridades antes da formalização de qualquer acerto. De acordo com apuração da Fórum, a proposta possui detalhes de encontros, reuniões, festas, viagens e tratativas com os representantes do povo. Os anexos foram divididos por temporadas, personagens e episódios, junto de datas, horários e lugares, que a defesa diz possuir meios de comprovar. Vorcaro bota a boca no trombone Os dados de Vorcaro abarcam nomes de todo o meio político que se envolveu com o capitalista. A meta desta primeira leva de anexos é revelar às autoridades a capacidade do membro da alta burguesia de fornecer dados sobre o relacionamento da instituição financeira com diferentes autoridades. Fontes escutadas pela Fórum revelam que o volume de dados entregue é apenas a fase inicial. O avanço da negociação depende da capacidade técnica da defesa de provar os fatos narrados a evidências comprováveis.
 

Até o momento, não há confirmação pública, por parte da Polícia Federal ou da Procuradoria-Geral da República, de que o banqueiro Daniel Vorcaro tenha formalizado uma delação premiada ou entregue oficialmente um pendrive contendo anexos sobre políticos e bastidores do chamado “caso Master”.

O texto reproduz informações atribuídas à revista Fórum e descreve uma suposta negociação preliminar. Em situações assim, é importante separar:

  • proposta de colaboração premiada;
  • homologação oficial da delação;
  • e comprovação do conteúdo apresentado.

No sistema brasileiro, uma delação só ganha validade jurídica após:

  1. negociação formal com investigadores;
  2. apresentação de elementos verificáveis;
  3. aceitação do acordo pelo Ministério Público;
  4. e homologação judicial.

A reportagem afirma que os anexos conteriam registros de encontros, viagens, festas e tratativas envolvendo políticos, organizados por “temporadas, personagens e episódios”. Porém, sem divulgação de documentos oficiais, não é possível confirmar:

  • quais autoridades teriam sido citadas;
  • se existem provas materiais;
  • nem se o material será efetivamente aceito pelas autoridades.

O nome de Daniel Vorcaro vem aparecendo em discussões sobre operações financeiras e relações políticas ligadas ao Banco Master, mas qualquer acusação depende de investigação formal e direito de defesa dos envolvidos.

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