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Ministro da Previdência projeta zerar fila do INSS até outubro e anuncia pacote de medidas

Publicada em: 11/05/2026 04:18 -

O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, afirmou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende zerar a fila de espera do Instituto Nacional do Seguro Social até setembro ou outubro deste ano. A declaração foi dada em entrevista ao SBT News.

Segundo o ministro, a meta é reduzir o estoque de solicitações para um volume equivalente ao fluxo mensal do órgão, atualmente em cerca de 1,3 milhão de pedidos, com prazo médio de resposta inferior a 45 dias.

De acordo com Wolney, o tempo médio de espera caiu de 81 dias em fevereiro para 66 dias em abril. Ele atribuiu a melhora a medidas como:

  • contratação de novos peritos médicos;
  • pagamento de bônus por produtividade;
  • realização de mutirões;
  • ampliação da perícia médica conectada, que permite atendimentos remotos entre estados.

O ministro afirmou ainda que o INSS registrou recorde de análises em março, com mais de 1,6 milhão de pedidos respondidos.

Atualmente, a fila soma cerca de 2,6 milhões de requerimentos, mas o governo argumenta que parte desse total inclui:

  • pedidos ainda dentro do prazo legal;
  • solicitações duplicadas;
  • casos pendentes de documentação complementar dos segurados.

Nas próximas semanas, o governo deve anunciar um novo pacote de medidas para acelerar a análise de benefícios previdenciários.

Wolney também comentou a troca no comando do INSS e disse que a nomeação de Ana Cristina Silveira representa uma “virada de página”, com foco em modernização, combate a fraudes e melhoria no atendimento ao público.

O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, afirmou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) trabalha com a meta de zerar a fila de espera do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) até outubro deste ano. Em entrevista ao SBT News, ele disse que o Executivo federal também deve anunciar nas próximas semanas um pacote de medidas voltado à redução do tempo de análise dos benefícios previdenciários, com foco na ampliação da capacidade de resposta do sistema. "O presidente Lula tem esse compromisso com o povo brasileiro de zerar essa fila. Nós estamos empenhados em fazer com que essa palavra seja cumprida. Até setembro ou outubro, a gente já [quer] ter a notícia de que a fila está zerada", declarou o ministro. De acordo com Wolney, que completou um ano à frente da pasta, a estratégia do governo é reduzir o estoque de pedidos para um patamar equivalente ao fluxo mensal do INSS, atualmente em cerca de 1,3 milhão de requerimentos, com prazo médio de resposta inferior a 45 dias. O ministro informou que o tempo médio de espera caiu de 81 dias, em fevereiro, para 66 dias em abril. Ele atribuiu a redução à contratação de novos peritos médicos, ao pagamento de bônus por produtividade, à realização de mutirões e à ampliação da perícia médica conectada, sistema que permite atendimentos remotos entre diferentes estados. "O INSS teve um recorde histórico em março. Conseguimos responder mais de 1,6 milhão de pedidos", afirmou. Tamanho atual da fila Wolney também comentou o tamanho atual da fila, estimada em 2,6 milhões de requerimentos. Segundo ele, esse número inclui solicitações recentes ainda dentro do prazo legal de análise, pedidos duplicados e casos que dependem de documentação complementar dos segurados. O ministro confirmou que o governo prepara novas ações para acelerar os atendimentos. "O governo como um todo está preparando um plano mais avançado para o enfrentamento dessa fila", disse. "Nas próximas semanas, o governo vai anunciar um pacote de medidas para ajudar no enfrentamento da fila", completou. Troca no comando do INSS O ministro também abordou a mudança na presidência do INSS, ocorrida em abril, e afirmou que a nomeação de Ana Cristina Silveira representa uma "virada de página". Segundo Wolney, a nova gestão terá como foco a modernização dos processos, a melhoria do atendimento e a recuperação da credibilidade do órgão. "É preciso virar essa página de uma previdência deficitária, demorada, atrasada e que lida com fraudes. Nós queremos mostrar um INSS moderno, humanizado e eficiente", pontuou.

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