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Papa Leão XIV entra em atrito com católicos e ameaça excomunhão

Publicada em: 16/05/2026 06:55 -

Conhecidos há décadas, principalmente pelo atrito com o Vaticano, a Fraternidade São Pio X segue rejeitando os ensinamentos centrais do Concílio Vaticano II, que foi um encontro em 1960 de vários bispos para reformas na Igreja Católica. + Enfim, após 12 anos, atriz retorna para a Globo e revela motivo do sumiço: “Tive que dar uma pausa” Em resumo, nesse encontro ficou determinado que as missas pudessem ser celebradas em outras línguas sem necessariamente precisar ser em latim. Assim, a Fraternidade pensa ao contrário e prefere seguir com a “mãe das línguas” por ser mais formal e misterioso. Informações do portal ‘G1’. Desse modo, o Vaticano afirmou na quarta-feira (14) que o grupo pode ser excomungado caso ordene novos bispos sem a autorização do papa Leão XIV. De acordo com as regras da Igreja Católica, apenas líder máximo pode autorizar a consagração de novos bispos. + Então, Lula mete o dedo na ferida e fala do envolvimento de Flávio e Vorcaro: “Caso de polícia” Mais sobre a rixa entre o Papa Leão XIV e Fraternidade São Pio X: “A cerimônia planejada representaria uma grave ofensa contra Deus e acarretaria a excomunhão prevista pela Igreja”, falou o cardeal Victor Fernandez. Bem como, a Fraternidade São Pio X, localizada na Suíça, já foi alertada sobre a possível ruptura formam com Leão XIV.
 
 

A Fraternidade Sacerdotal São Pio X mantém há décadas uma relação tensa com o Igreja Católica por rejeitar pontos centrais do Concílio Vaticano II, conjunto de reformas promovidas pela Igreja nos anos 1960.

Entre as mudanças implementadas pelo Concílio esteve a autorização para que as missas fossem celebradas nos idiomas locais, e não apenas em latim. A Fraternidade defende a preservação da liturgia tradicional em latim e critica aspectos da modernização adotada após o Concílio.

O Vaticano advertiu na quarta-feira (14) que o grupo poderá sofrer excomunhão caso realize a ordenação de novos bispos sem autorização do papa Leão XIV. Pela legislação canônica da Igreja Católica, somente o pontífice pode autorizar esse tipo de consagração episcopal.

Segundo declaração do cardeal Víctor Manuel Fernández, uma eventual cerimônia sem aprovação papal seria considerada “uma grave ofensa” e acarretaria sanções previstas pelo direito canônico, incluindo excomunhão.

A tensão entre Roma e a Fraternidade remonta especialmente a 1988, quando o arcebispo Marcel Lefebvre ordenou bispos sem autorização do papa, provocando uma ruptura formal com o Vaticano na época.

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