A Polícia Federal deu início nesta terça-feira à 6ª fase da Operação Unha e Carne, voltada a uma organização criminosa que teria se valido de uma rede de postos de combustíveis para lavar dinheiro na Região Metropolitana do Rio.
Ao todo, 19 mandados de busca e apreensão foram cumpridos em cinco localidades: Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Resende e a capital carioca. De acordo com a apuração, o grupo investigado teria movimentado R$ 7,6 bilhões ao longo dos últimos seis anos por meio desse esquema. Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens e valores e a suspensão das atividades econômicas de empresas ligadas ao grupo Esquema e frentes da investigação A ação está inserida no trabalho da Força-Tarefa Missão Redentor II, que apura, entre outros pontos, a contratação direta ilegal envolvida no caso. As diligências desta fase se estenderam por municípios da Região Metropolitana do Rio e do Sul Fluminense, como Resende.
O material que embasa as medidas inclui Relatório de Inteligência e dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). A investigação tramita no âmbito da ADPF 635, em curso no Supremo Tribunal Federal. A Polícia Federal deu início nesta terça-feira à 6ª fase da Operação Unha e Carne, voltada a uma organização criminosa que teria se valido de uma rede de postos de combustíveis para lavar dinheiro na Região Metropolitana do Rio.
Ao todo, 19 mandados de busca e apreensão foram cumpridos em cinco localidades: Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Resende e a capital carioca.
De acordo com a apuração, o grupo investigado teria movimentado R$ 7,6 bilhões ao longo dos últimos seis anos por meio desse esquema. Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens e valores e a suspensão das atividades econômicas de empresas ligadas ao grupo. A ação está inserida no trabalho da Força-Tarefa Missão Redentor II, que apura, entre outros pontos, a contratação direta ilegal envolvida no caso. As diligências desta fase se estenderam por municípios da Região Metropolitana do Rio e do Sul Fluminense, como Resende.
O material que embasa as medidas inclui Relatório de Inteligência e dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). A investigação tramita no âmbito da ADPF 635, em curso no Supremo Tribunal Federal.
