NOTICIA 01:
TRÊS LAGOAS - MS.
Andarilho é socorrido na BR-262 após levar tiro de pistola 9MM
NOTICIA 02:
TRÊ LAGOAS - MS.
Plano Diretor prevê estudos para mudar o aeroporto e amplia verticalização na cidade
Novo Plano Diretor amplia verticalização e prevê estudos para futura mudança do aeroporto em Três Lagoas
O novo Plano Diretor de Três Lagoas, sancionado pelo prefeito Dr. Cassiano Maia, estabelece novas diretrizes para o crescimento urbano do município, com destaque para a ampliação da verticalização em diversas regiões da cidade e a previsão de estudos sobre uma possível transferência do Aeroporto Regional Plínio Alarcon.
A nova legislação entra em vigor 30 dias após sua publicação e foi elaborada para acompanhar o avanço econômico e o crescimento populacional de Três Lagoas. Segundo a diretora municipal de Planejamento, Cristiane Rocha, o objetivo é promover um melhor aproveitamento da infraestrutura urbana existente, estimular investimentos no setor imobiliário e preparar a cidade para as próximas décadas.
Uma das principais mudanças é o aumento do limite de altura das edificações. Em determinadas áreas, será permitida a construção de prédios com até 24 andares, enquanto outras regiões poderão receber empreendimentos de até 18 pavimentos. Antes, o limite geral era de nove pavimentos, além do térreo.
A verticalização também passa a ser autorizada nas proximidades das lagoas. Entretanto, parte dessa região continuará sujeita às restrições impostas pela área de proteção do aeroporto. Nesses casos, os projetos deverão ser analisados e aprovados pelos órgãos responsáveis pelo controle do espaço aéreo, como o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), em conformidade com as normas da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Outro ponto importante do novo Plano Diretor é a inclusão de estudos para avaliar, no futuro, a viabilidade da transferência do Aeroporto Regional Plínio Alarcon. Embora a mudança não esteja prevista de forma imediata, o documento reconhece que a localização atual do terminal, próxima à área central, limita o desenvolvimento urbano devido às restrições de segurança da aviação.
Segundo Cristiane Rocha, o aeroporto foi implantado antes da criação do primeiro Plano Diretor e, atualmente, impede o pleno crescimento de regiões estratégicas da cidade.

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NOTICIA 03:
TRÊS LAGOAS - MS.
Dia dos Pais deve movimentar mais de R$ 15 milhões em Três Lagoas
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NOTICIA 04:
PARANAIBA - MS.
Paranaíba celebra o Dia de Sant’Ana, padroeira do município
Paranaíba celebra Sant’Ana, padroeira do município, com missas, carreata e procissão
A comunidade católica de Paranaíba celebra neste sábado, 26 de julho, a Solenidade de Sant’Ana, padroeira do município. A programação, organizada pela Paróquia Sant’Ana, reúne celebrações religiosas e momentos de devoção que reforçam uma tradição presente desde os primórdios da cidade.
As festividades tiveram início no último dia 17, com uma extensa programação religiosa e social que mobiliza os fiéis.
Neste domingo, as atividades começaram às 7h, com a Santa Missa em honra à padroeira. Às 9h, foi celebrada uma missa especial com a participação das crianças da comunidade paroquial.
À tarde, às 16h, será realizada a tradicional carreata, com saída da Praça da República. O percurso passará pelas comunidades da paróquia e retornará ao ponto de partida, onde os participantes serão recepcionados pela Banda Municipal de Paranaíba.
Na sequência, os fiéis seguirão em procissão até o Salão Paroquial, onde acontecerá a Santa Missa Solene em honra e louvor a Sant’Ana, presidida pelo bispo da Diocese de Três Lagoas, Dom Luiz Knupp.
Devoção acompanha a história da cidade
A devoção a Sant’Ana está diretamente ligada à origem de Paranaíba. Em 1836, durante a formação do povoado pelos pioneiros da família Garcia Leal, foi erguida a primeira capela dedicada à santa.
Dois anos depois, em 19 de abril de 1838, foi criada a Freguesia de Sant’Anna do Paranahyba, consolidando a devoção que deu nome ao povoado e marcou o início da organização religiosa da comunidade.
De acordo com registros históricos, a imagem de Sant’Ana foi doada por Ana Angélica de Freitas, esposa do capitão José Garcia Leal, um dos fundadores da povoação. A primeira igreja também foi construída com a participação do padre Francisco Sales de Souza Fleury.
Segundo o pároco, padre Tiago Felipe, a imagem original da padroeira está passando por um processo de restauração e deverá ser apresentada novamente aos fiéis durante a reabertura da Igreja Matriz, que está na fase final das obras de reforma.

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NOTICIA 05:
Telemedicina amplia acesso a especialistas e reduz tempo de espera para pacientes do SUS em Aparecida do Taboado
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NOTICIA 06:
CAMPO GRANDE - MS.
Com taxa 3 vezes maior que a média nacional, MS é o estado com mais casos de maus-tratos contra crianças
Mato Grosso do Sul lidera ranking nacional de maus-tratos contra crianças; centro prometido após caso Sophia segue sem obras
Mato Grosso do Sul passou a liderar o ranking nacional de registros de maus-tratos contra crianças e adolescentes, segundo dados do 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública. O levantamento mostra que o Estado registrou 1.593 ocorrências de violência contra menores de 0 a 17 anos em 2025, um aumento de 8,5% em relação aos 1.471 casos contabilizados no ano anterior.
A taxa chegou a 206,5 casos para cada 100 mil habitantes nessa faixa etária, quase três vezes acima da média nacional, de 77,4. Com esse índice, Mato Grosso do Sul aparece à frente de Rondônia (197,3), Amapá (187,6), Sergipe (164,9) e Santa Catarina (160,7).
A faixa etária de 5 a 9 anos concentrou o maior número de ocorrências no Estado, com 540 registros e taxa de 255,6 casos por 100 mil habitantes. Entre crianças de 0 a 4 anos foram 380 ocorrências (188,5 por 100 mil), enquanto o grupo de 10 a 13 anos registrou 410 casos (230,7 por 100 mil). Já entre adolescentes de 14 a 17 anos houve 236 notificações, com taxa de 138,5 por 100 mil habitantes.
Na comparação nacional, os menores índices foram registrados no Ceará (7,1 casos por 100 mil habitantes), Rio de Janeiro (37,1), Maranhão (38,0), Amazonas (39,6) e Pernambuco (40,2).
Os dados reforçam um cenário que continua sendo observado em 2026. Ao longo deste ano, diversos casos graves foram registrados em Mato Grosso do Sul. Em abril, um bebê de um ano foi internado em estado grave com sinais de espancamento em Campo Grande, levando à prisão da mãe e do padrasto. Em maio, em Nova Andradina, uma mulher foi presa após o filho de sete meses dar entrada no hospital com fratura de costela e traumatismo craniano. Em junho, uma bebê de três meses foi internada com múltiplos traumas após sofrer uma parada cardiorrespiratória. Já em julho, um profissional de enfermagem foi preso acusado de agredir e torturar um adolescente de 14 anos com deficiência durante atendimento domiciliar na Capital.
Apesar do aumento das notificações, a principal resposta anunciada pelo poder público após a morte da menina Sophia Ocampo ainda não saiu do papel. Em março de 2023, o Governo do Estado anunciou a criação do Centro Especializado de Atendimento à Criança e ao Adolescente, que reuniria em um único espaço a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), atendimento especializado e plantão 24 horas.
O projeto prevê a construção de um complexo de 5,9 mil metros quadrados em um terreno cedido pela União, em frente à Casa da Mulher Brasileira, em Campo Grande, com investimento estimado em R$ 10 milhões. Embora a previsão inicial fosse concluir a obra em 2026, o terreno permanece sem qualquer intervenção.
O caso que motivou o anúncio foi a morte de Sophia Ocampo, em janeiro de 2023. A menina morreu após passar por mais de 30 atendimentos médicos com histórico de violência, sem que a rede de proteção conseguisse impedir a sequência de agressões que resultou em sua morte. Três anos depois, o centro especializado continua apenas no papel, enquanto os índices de violência contra crianças seguem em alta no Estado.

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NOTICIA 07:
CAMPO GRANDE - MS.]
Mato Grosso do Sul confirma 9,6 mil casos de chikungunya e 28 mortes em 2026
Chikungunya já soma quase 10 mil casos confirmados e 28 mortes em Mato Grosso do Sul
Mato Grosso do Sul já confirmou 9.686 casos de chikungunya desde o início de 2026, conforme boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES). Ao todo, o Estado registra 12.803 casos prováveis da doença até a 28ª semana epidemiológica.
A chikungunya já provocou 28 mortes em Mato Grosso do Sul, enquanto outro óbito segue em investigação. As mortes foram registradas nos municípios de Dourados, Bonito, Jardim, Fátima do Sul, Douradina, Guia Lopes da Laguna, Itaporã, Ponta Porã e Nioaque. O boletim também aponta 114 casos confirmados da doença em gestantes.
Dengue
Em relação à dengue, o Estado contabiliza 4.718 casos prováveis, dos quais 1.815 foram confirmados em 2026. Até o momento, não há mortes confirmadas pela doença, embora dois óbitos permaneçam em investigação.
Nos últimos 14 dias, os municípios de Paraíso das Águas, Santa Rita do Pardo, Jaraguari, Fátima do Sul, Angélica, Dois Irmãos do Buriti, Paranhos, Nioaque, Chapadão do Sul, Sidrolândia, Itaquiraí, Ladário, Três Lagoas, Jardim, Caarapó e Campo Grande apresentaram baixa incidência de casos confirmados de dengue.
Vacinação e prevenção
Segundo a SES, Mato Grosso do Sul recebeu 241.030 doses da vacina contra a dengue, das quais 223.322 já foram aplicadas. Desse total, 201.349 doses foram destinadas ao público-alvo, formado por crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, faixa etária considerada de maior risco para hospitalizações pela doença.
A Secretaria de Estado de Saúde orienta que pessoas com sintomas de dengue ou chikungunya procurem uma unidade de saúde e evitem a automedicação. O órgão também reforça a importância de eliminar recipientes que possam acumular água parada, principal medida para combater a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor das duas doenças.

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