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Em clássico emocionante, Paysandu empata com o Remo e conquista o 51º título paraense

Publicada em: 09/03/2026 06:08 -

 

O Paysandu Sport Club é campeão do Parazão 2026! 🏆⚽
Em um clássico emocionante contra o Clube do Remo, no Estádio Mangueirão, o Papão segurou o empate em 0 a 0 e garantiu o título do Campeonato Paraense graças à vantagem conquistada no jogo de ida

🏆 Papão campeão no Mangueirão

Com o estádio lotado e muita chuva em Belém, a torcida bicolor fez uma grande festa para celebrar mais um título estadual. O resultado coroou uma campanha sólida do Paysandu, que mesmo disputando a Série C e tendo orçamento menor que o rival — que joga a Série A — mostrou superioridade ao longo da final.

⚽ Primeiro tempo equilibrado

A etapa inicial foi bastante aberta e movimentada.

  • O Remo começou pressionando com Alef Manga e Yago Pikachu, criando perigo logo nos primeiros minutos.

  • O Paysandu respondeu com boas jogadas de Ítalo e Thayllon, levando perigo ao goleiro Marcelo Rangel.

  • As duas equipes criaram chances claras, inclusive bolas passando muito perto das traves.

  • O goleiro Gabriel Mesquita também apareceu bem para manter o placar zerado.

O equilíbrio ficou evidente até nas estatísticas, com 50% de posse de bola para cada lado.

🔵⚪ Segundo tempo de pressão azulina

Na segunda etapa, o Remo voltou mais ofensivo e passou a pressionar bastante.

  • O time tentou principalmente com cruzamentos na área e infiltrações.

  • Chegou a balançar a rede com Pikachu, mas o lance foi anulado por impedimento.

  • Apesar do volume ofensivo, a defesa bicolor esteve muito bem organizada.

O técnico Júnior Rocha reforçou o sistema defensivo para administrar o resultado, enquanto o Remo fez mudanças tentando aumentar a pressão.

⏱️ Final dramático

Nos minutos finais:

  • O Remo se lançou ao ataque em busca do gol que levaria a decisão para os pênaltis.

  • O Paysandu passou a valorizar a posse e a quebrar o ritmo da partida.

  • O uruguaio Nico Ferreira ainda teve duas chances, mas não conseguiu marcar.

Apito final: Paysandu campeão! 🏆🔵⚪

A torcida bicolor celebrou muito no Mangueirão, transformando a conquista em uma das mais marcantes dos últimos anos.

 Confira a lista com todos os campeões paraenses:

Paysandu:

51 títulos Títulos: 1920, 1921, 1922, 1923, 1927, 1928, 1929, 1931, 1932, 1934, 1939, 1942, 1943, 1944, 1945, 1947, 1956, 1957, 1959, 1961, 1962, 1963, 1965, 1966, 1967, 1969, 1971, 1972, 1976, 1980, 1981, 1982, 1984, 1985, 1987, 1992, 1998, 2000, 2001, 2002, 2005, 2006, 2009, 2010, 2013, 2016, 2017, 2020, 2021, 2024 e 2026.

 

Remo:

48 títulos Títulos: 1913, 1914, 1915, 1916, 1917, 1918, 1919, 1924, 1925, 1926, 1930, 1933, 1936, 1940, 1949, 1950, 1952, 1953, 1954, 1960, 1964, 1968, 1973, 1974, 1975, 1977, 1978, 1979, 1986, 1989, 1990, 1991, 1993, 1994, 1995, 1996, 1997, 1999, 2003, 2004, 2007, 2008, 2014, 2015, 2018, 2019, 2022 e 2025.

Tuna Luso:

10 títulos Títulos: 1937, 1938, 1941, 1948, 1951, 1955, 1958, 1970, 1983, 1988

União Esportiva:

2 títulos Títulos: 1908, 1910

Águia de Marabá:

1 título Título: 2023

Cametá:

1 título Título: 2012

Independente-PA:

1 título Título: 2011

Placar: Paysandu 0 x 0 Remo
🏆 Campeão: Paysandu (vantagem do jogo de ida)

O Papão segurou o empate por 0 a 0 num jogo emocionante do inícuio ao fim, confirmando a vantagem construída no jogo de ida e levantando a taça estadual O Paysandu é o campeão do Parazão 2026. Diante do maior rival, num Mangueirão lotado e numa tarde chuvosa, o Papão segurou o empate por 0 a 0 num jogo emocionante do inícuio ao fim, confirmando a vantagem construída no jogo de ida e levantando a taça estadual. A fiel bicolor fez uma linda festa. O título se torna ainda mais especial pelo contexto. Mesmo disputando a terceira divisão nacional e com orçamento inferior ao do adversário, que está na Série A, o time bicolor foi superior ao longo da final e saiu de campo com a taça. 1º Tempo O primeiro tempo foi marcado por um jogo aberto e intenso. Diferente do primeiro confronto da decisão, o Remo adotou uma postura mais agressiva e passou a marcar a saída de bola adversária, estratégia semelhante à utilizada pelo Paysandu no jogo de ida. O time bicolor, por sua vez, não se intimidou e manteve a mesma proposta, o que resultou em um primeiro tempo movimentado e com chances para os dois lados. O Remo começou dando o tom logo no primeiro minuto, quando Alef Manga cruzou na área e Pikachu não conseguiu dominar. Nos primeiros minutos, o Leão explorou bastante o lado esquerdo do ataque, principalmente com Alef Manga. O Paysandu respondeu aos nove minutos: Thayllon cruzou para Kleiton Pego, que não alcançou, e na sequência Ítalo protagonizou o primeiro grande lance da partida. Ele driblou Léo Picco e soltou um chute colocado da entrada da área, obrigando Marcelo Rangel a fazer grande defesa com a ponta dos dedos. O equilíbrio também apareceu nas estatísticas: aos 20 minutos, a posse de bola era de 50% para cada lado. Mesmo com o jogo nervoso e truncado em alguns momentos, as equipes criaram boas oportunidades. Aos 27, Léo Picco iniciou jogada que passou por Vitor Bueno, que, de primeira, deu belo passe de letra para Pikachu sair livre na cara de Gabriel Mesquita. O ex-jogador do Papão bateu de esquerda e a bola passou raspando a trave. A resposta bicolor veio imediatamente. Marcinho lançou Thayllon, que entrou livre na área e finalizou cruzado, também tirando tinta da trave de Marcelo Rangel. Nos minutos finais, o Papão voltou a assustar com Caio Mello, que pegou sobra de escanteio e exigiu grande defesa de Rangel. Já aos 42, o Remo chegou com muito perigo: Picco cobrou falta na área, Kayky Almeida subiu mais alto que a defesa e cabeceou firme, mas Gabriel Mesquita conseguiu salvar, mantendo o placar inalterado antes do intervalo. 2º Tempo Na etapa complementar, o Remo voltou ainda mais ofensivo, enquanto o Paysandu passou a se defender e administrar a vantagem. Diferente da etapa inicial, o Leão teve mais posse e pressionou durante boa parte do tempo, mas encontrou uma defesa bicolor bem postada, que fechou os espaços e não permitiu chances claras de gol ao Leão.Logo no início, o técnico Flávio Garcia promoveu o retorno de Sávio na lateral esquerda, no lugar de Cufré, que mais uma vez teve atuação abaixo do esperado. O Remo quase abriu o placar com menos de dois minutos, quando Pikachu recebeu dentro da área e cruzou rasteiro, mas Edilson apareceu na hora certa para afastar antes da chegada de Alef Manga. Pouco depois, aos nove, Sávio lançou Manga nas costas da defesa; o atacante finalizou em cima de Gabriel Mesquita e Pikachu marcou no rebote, mas o lance já estava invalidado por impedimento. Com o passar dos minutos, o cenário ficou claro: o Remo empurrado ao ataque e o Paysandu esperando para contra-atacar. O Leão tentou principalmente com bolas levantadas na área e algumas infiltrações, como em lance em que João Pedro recebeu dentro da área após passe de Vitor Bueno, mas foi travado por Castro na hora da finalização. O Paysandu respondeu em transição rápida aos 13 minutos, quando Ítalo foi lançado após erro de Picco e finalizou para fora.Mesmo pressionando, o Remo teve dificuldades para transformar volume em perigo real. Flávio Garcia manteve a estrutura da equipe e fez alterações, entre elas as entradas de Diego Hernández, Carlinhos e Nico Ferreira, apostando mais em trocas de peças no meio e no ataque para renovar o fôlego. Do outro lado, o técnico Júnior Rocha também mexeu na equipe para segurar o ritmo, reforçando o sistema defensivo com Iarley e Enrico.Nos minutos finais, o Paysandu passou a valorizar cada paralisação e a quebrar o ritmo da partida, enquanto o Remo insistia em bolas alçadas na área em busca do gol que levaria a decisão para os pênaltis. Bem organizado defensivamente e sem conceder chances claras ao adversário na etapa final, o Papão ainda teve a chance final de fazer o gol, quando Kauã Hinkel ia sozinho e foi segurado por Marllon, mas segurou o resultado e confirmou o título estadual. O remo tentou desesperadamente, com Nico Ferreira, mas o uruguaio perdeu duas oportunidades seguidas antes do final do jogo. Papão campeão.

O título de 2026 reforçou ainda mais a hegemonia do Paysandu Sport Club no futebol paraense. Com a conquista sobre o Clube do Remo, o Papão ampliou a vantagem como maior campeão do Campeonato Paraense. 🏆⚽

🏆 Ranking de títulos do Campeonato Paraense

  1. Paysandu Sport Club51 títulos

  2. Clube do Remo48 títulos

  3. Tuna Luso Brasileira10 títulos

  4. Sport Belém7 títulos

  5. União Sportiva2 títulos

  6. Clube Municipal de Ananindeua1 título

  7. Águia de Marabá1 título

  8. Cametá Sport Club1 título

  9. Castanhal Esporte Clube1 título

Resumo:

  • O Paysandu lidera com 51 conquistas.

  • O maior rival, Remo, vem logo atrás com 48 títulos.

  • A Tuna Luso completa o pódio histórico do futebol paraense.

 

🔥 O clássico entre Paysandu x Remo, conhecido como Re-Pa, é um dos mais tradicionais do Brasil e domina praticamente toda a história do estadual.

Essa é a lista de títulos do Campeonato Paraense (Parazão) por clube. Organizando em formato de ranking:

🏆 Maiores campeões do Campeonato Paraense

1️⃣ Paysandu Sport Club51 títulos
2️⃣ Clube do Remo48 títulos
3️⃣ Tuna Luso Brasileira10 títulos
4️⃣ União Sportiva2 títulos (1908 e 1910)
5️⃣ Independente Atlético Clube de Tucuruí1 título (2011)
6️⃣ Cametá Sport Club1 título (2012)
7️⃣ Águia de Marabá Futebol Clube1 título (2023)

📊 Resumo

  • Total de clubes campeões: 7

  • Maior campeão: Paysandu

  • Maior rivalidade do estado: Paysandu x Remo (Re-Pa), que domina quase todos os títulos.

  •  

  • A conquista do Campeonato Paraense de 2026 pelo Paysandu Sport Club representa muito mais do que um título estadual. Ela simboliza o início de um processo de reconstrução dentro de um clube que começou o ano pressionado pelo rebaixamento para a Série C, por problemas financeiros e por uma necessária reformulação administrativa. O empate de 0x0 na final contra o Clube do Remo, neste domingo, 8 de março, no Estádio Mangueirão, bastou para levantar a taça e coroar uma campanha no campeonato estadual baseada em intensidade, juventude e coragem. O Paysandu soube administrar a vantagem conquistada no primeiro jogo e resistiu até o último minuto, mesmo sentindo o desgaste físico diante de um Remo mais ofensivo na decisão. Um novo momento após a reformulação do clube O Paysandu iniciou a temporada cercado de desconfiança. O favoritismo inicial no Campeonato Paraense estava do lado do Clube do Remo, que disputa a Série A e possuía o elenco mais caro da competição. Mesmo com nomes de peso, o time azulino ainda apresentava dificuldades de entrosamento dentro de campo ao longo da competição. Siga o Diário do Pará no Google e fique por dentro das últimas notícias do Pará, Brasil e do Mundo. Siga o Diário do Pará no Google e fique por dentro das últimas notícias do Pará, Brasil e do Mundo. A reformulação institucional do paysandu começou ainda no fim de 2025, quando Roger Aguilera deixou o comando do clube em meio às pressões financeiras que cercavam a gestão. A partir desse momento, Márcio Tuma assumiu a condução administrativa do Paysandu e iniciou um processo de reorganização interna. A nova gestão adotou um discurso de responsabilidade financeira e entendeu rapidamente que seria necessário reconstruir o projeto esportivo com menos gastos e mais planejamento. Sem margem para grandes investimentos no mercado, a alternativa encontrada foi apostar naquilo que historicamente sempre teve força no clube: a base bicolor. Coragem para apostar nos jovens Ao lado da nova gestão, o treinador Júnior Rocha abraçou a proposta de renovação. Desde a pré-temporada, o Paysandu passou a integrar jovens jogadores ao elenco principal, oferecendo espaço e responsabilidade para atletas formados no clube. Essa decisão se mostrou acertada. O time apresentou mais intensidade, entrosamento e fome de competição. O Paysandu chega apostando justamente na vitalidade e na sede de mostrar serviço vindas da base bicolor, transformando a juventude em uma das principais armas da equipe. Dentro desse contexto, alguns jogadores se destacaram como pilares importantes. Márcinho foi apontado por muitos como o grande nome do campeonato, assumindo protagonismo no setor ofensivo. Ao lado dele, Ítalo ajudou a dar equilíbrio ao meio-campo e serviu como elo entre a juventude da base e a experiência necessária em jogos decisivos. A decisão do Re-Pa Na final disputada neste domingo no Mangueirão, o Paysandu entrou em campo com a vantagem conquistada anteriormente. O Remo pressionou mais na partida decisiva, aumentando o ritmo ofensivo e tentando buscar o resultado. Notícias Relacionadas Jogadores do Remo saíram do sério. VEJA O VÍDEO! Ex-BBB provoca e gera tumulto com jogadores do Clube do Remo O Mengão foi campeão nos penais. ROSSSI BRILHA Flamengo vence o Fluminense nos pênaltis e é o campeão carioca de 2026 Mesmo assim, o Paysandu mostrou maturidade para administrar o jogo. Em alguns momentos, o time sentiu o desgaste físico, mas conseguiu se manter organizado defensivamente e suportar a pressão até o apito final, garantindo o empate que confirmou o título estadual. Remo ainda busca identidade Do outro lado, o Clube do Remo mostrou sinais de evolução, com a saída do ex-técnico Juan Carlos Osório, mas ainda enfrenta dificuldades na construção de uma identidade coletiva para disputar a Série A. A equipe demonstrou mais agressividade ofensiva na final, porém ainda sofre com falta de entrosamento e planejamento mais sólido. Alguns jogadores parecem compreender melhor o peso do clássico e da cultura do futebol paraense. Sávio foi um dos destaques do Remo na decisão e mostrou por que merece continuar no elenco. Diego Hernández também demonstrou competitividade e intensidade. Por outro lado, nomes importantes como Patrick de Paula, Cufré e Yago Pikachu tiveram atuações abaixo do esperado. Pikachu, principalmente, pareceu perdido taticamente — sem se firmar como segundo atacante, meia ou ponta pela direita. Na avaliação geral, o Clube do Remo acabou comprometendo suas chances de título ainda no primeiro jogo da final, quando permitiu que o Paysandu construísse a vantagem que seria administrada na partida decisiva. Esse resultado inicial deu ao Paysandu a possibilidade de jogar a final com mais controle emocional e estratégico. Um campeão que aponta para o futuro O Campeonato Paraense de 2026 termina com uma narrativa clara: um Paysandu que se reconstrói a partir da própria crise. Mesmo enfrentando rebaixamento, limitações financeiras e mudanças administrativas, o clube encontrou na base, no entrosamento e na intensidade um caminho para voltar a vencer. Além da taça estadual conquistada neste domingo, o desempenho da equipe deixa um recado importante para a sequência da temporada: o Paysandu mostrou que chega forte e competitivo para disputar a Série C do Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil. Mais do que levantar o troféu, o clube dá sinais de que iniciou um novo ciclo esportivo, sustentado pela força da base bicolor e pela motivação de jogadores que enxergaram no estadual a oportunidade de provar seu valor e recolocar o Paysandu no caminho das conquistas.
     

    Seu texto está bem completo e com boa narrativa jornalística. Vou fazer uma análise rápida e algumas sugestões de melhoria, como se fosse uma edição de reportagem esportiva.


    1. Contexto do título

    A conquista do Paysandu Sport Club no Campeonato Paraense de 2026 ganha ainda mais relevância por ter ocorrido justamente em um clássico Re-Pa contra o Clube do Remo no Estádio Mangueirão.

    O empate por 0x0 na final foi suficiente porque o Paysandu já havia conquistado vantagem no primeiro jogo. Esse contexto está bem colocado no texto e reforça o peso do título.


    2. Pontos fortes do texto

    Seu artigo tem vários aspectos positivos:

    ✔ Boa contextualização política e administrativa do clube
    Você explica a saída de Roger Aguilera e a chegada de Márcio Tuma, mostrando que o título não veio por acaso.

    ✔ Linha narrativa clara
    O texto segue uma sequência lógica:

    1. Contexto do título

    2. Crise e reformulação

    3. Aposta na base

    4. A final do Re-Pa

    5. Situação do Remo

    6. Impacto para o futuro

    ✔ Boa análise técnica do jogo
    A abordagem sobre desgaste físico, estratégia defensiva e controle emocional é típica de uma crônica esportiva analítica, o que valoriza o texto.


    3. Pontos que podem melhorar

    Alguns ajustes deixariam o texto ainda mais profissional:

    1️⃣ Pequenas repetições

    Exemplo:

    “Siga o Diário do Pará no Google…”

    Essa frase aparece duas vezes seguidas e quebra o fluxo da leitura.


    2️⃣ Ajustes de gramática

    Alguns pontos simples:

    • “do inícuio ao fim”do início ao fim

    • “paysandu começou”Paysandu começou (maiúscula)


    3️⃣ Trecho do Remo pode ficar mais curto

    A parte sobre o Remo está um pouco longa para um texto cujo foco é o campeão. Uma leve redução deixaria o texto mais equilibrado.

    Aqui está a lista de artilheiros do Campeonato Paraense (Parazão) com base nos dados que você enviou:

    ⚽ Artilheiros do Parazão

    1. Ítalo (Paysandu Sport Club) – 6 gols

    2. Sampaio (Cametá Sport Club) – 4 gols

    3. Paulo Rangel (Tuna Luso Brasileira) – 3 gols

    4. Raylson (Capitão Poço Esporte Clube) – 3 gols

    5. Luciano Taboca (Cametá Sport Club) – 3 gols

    6. Kleiton Pego (Paysandu Sport Club) – 3 gols

    📊 Destaque:

     

    • O artilheiro do campeonato foi Ítalo, do Paysandu, com 6 gols.

    • Cametá e Paysandu aparecem com dois jogadores cada na lista.

     

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