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RJ: PMs são denunciados por desvio de armas, venda de drogas e cargas roubadas

Publicada em: 09/04/2026 05:36 -

🔎 O que aconteceu

Os sargentos Ricardo da Silva Ferreira, Raphael Nascimento Ribeiro e Thiago Corrêa da Costa foram denunciados por:

  • Associação criminosa
  • Peculato (quando um agente público se apropria de bens sob sua responsabilidade)

🚨 Principais acusações

Segundo as investigações:

  • Policiais desviavam armas apreendidas em operações oficiais
  • Parte desse armamento era repassada a uma milícia atuante em Anchieta e na Baixada Fluminense
  • Há indícios de envolvimento com tráfico de drogas, incluindo negociação de 140 kg de maconha
  • Também foi identificado plano de lucro com carga roubada de refrigerantes

🔫 Como funcionava o esquema

As apurações apontam que:

  • Thiago Corrêa da Costa apreendia armas em operações e não registrava oficialmente
  • Essas armas eram entregues a Ricardo Ferreira, que ficava responsável pela revenda
  • Raphael Ribeiro também participava de negociações ilegais, incluindo drogas

👮‍♂️ Operação policial

Uma operação foi realizada para cumprir:

  • Mandados de prisão
  • Mandados de busca e apreensão

A ação contou com apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência e da Corregedoria da Polícia Militar.

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) ofereceu denúncia à Justiça Militar contra três policiais militares por desvio de armas apreendidas em operações, além de envolvimento com drogas e cargas roubadas. São eles: os sargentos Ricardo da Silva Ferreira, Raphael Nascimento Ribeiro e Thiago Corrêa da Costa. Todos responderão pelos crimes de associação criminosa e peculato. Com apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência e da Corregedoria da Polícia Militar, uma operação foi realizada nesta terça-feira (7) para cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão contra os investigados, expedidos pela Auditoria da Justiça Militar. A ação penal é resultado das investigações do MPRJ sobre uma milícia atuante no bairro de Anchieta, zona norte do Rio, e na Baixada Fluminense. Os promotores identificaram inicialmente o policial militar Ricardo Ferreira como revendedor de armas para a organização criminosa. O MPRJ identificou, por exemplo, uma negociação entre Ricardo e Raphael para a venda de 140 quilos de maconha. Outro diálogo revela o planejamento para obtenção de lucro com a venda de uma carga de refrigerantes roubada. As investigações constataram , ainda, que Thiago Costa apreendia armas de fogo em incursões policiais e deixava de apresentá-las à autoridade policial, entregando-as de forma habitual a Ricardo Ferreira, que providenciava a venda do material. 
 
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