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Zema anuncia plano de destruição nacional, com privatização do BB e da Petrobras

Publicada em: 27/04/2026 05:53 -

A proposta de Romeu Zema segue uma linha liberal de redução do Estado e aumento da participação da iniciativa privada na economia.

Os principais pontos do plano apresentado por Zema são:

  • Privatização de grandes estatais, como a Petrobras, o Banco do Brasil e os Correios;
  • Venda de participações do governo em empresas privadas;
  • Corte de gastos públicos, incluindo redução de supersalários, benefícios e “mordomias”;
  • Redução da dívida pública por meio de austeridade fiscal;
  • Incentivo à poupança e à iniciativa privada.

Ao criticar o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, Zema argumenta que o aumento das despesas e do endividamento pressiona os juros e compromete o crescimento econômico.

A privatização da Petrobras e do Banco do Brasil costuma gerar debate porque envolve setores estratégicos:

  • A Petrobras tem papel central na exploração, refino e distribuição de combustíveis, além de influência nos preços internos e investimentos em energia;
  • O Banco do Brasil atua fortemente no crédito agrícola, financiamento empresarial e programas públicos;
  • Os Correios, apesar de enfrentarem críticas de eficiência, têm presença em regiões onde empresas privadas nem sempre atuam.

A frase “Meu nome é Zema!” remete claramente ao bordão usado por Enéas Carneiro em campanhas presidenciais, numa tentativa de associação com um estilo de comunicação direta e de forte apelo popular.

 

Caso essa pauta avance na eleição de 2026, deve se tornar um dos principais temas do debate econômico e ideológico no país.

O pré-candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) declarou que pretende implementar um amplo programa de privatizações caso vença as eleições, incluindo a venda da Petrobras e do Banco do Brasil. A proposta faz parte de um plano econômico que prevê redução do tamanho do Estado, corte de despesas públicas e diminuição da dívida nacional, com maior participação da iniciativa privada na economia. As declarações foram divulgadas em vídeo publicado nas redes sociais. No material, Zema apresenta o que chama de “plano implacável” para reorganizar as contas públicas. No vídeo, o ex-governador de Minas Gerais critica a política fiscal do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmando que há desequilíbrio entre receitas e despesas. “Meu plano para fazer o Brasil prosperar é implacável. E ele começa dizendo a você a verdade: o governo Lula gasta mais do que arrecada. Para fechar a conta ele pega muito dinheiro emprestado, e isso cria uma dívida que cresce sem parar”, disse. Zema também argumenta que o aumento da dívida pública está ligado ao pagamento de juros elevados. Segundo ele, o governo atual paga “juros de agiota” e mantém gastos considerados excessivos. Como alternativa, defende uma política de austeridade combinada com privatizações e estímulo à poupança. Entre as medidas anunciadas, o pré-candidato foi direto ao mencionar a venda das principais estatais do país. “Eu vou privatizar a Petrobras. Eu vou privatizar o Banco do Brasil. E vou passar a faca nos super salários, mordomias e esquemas que sustentam os intocáveis de Brasília”, afirmou. O plano apresentado não se limita às duas instituições. Zema indicou que pretende ampliar o processo para outras empresas públicas e participações do governo em companhias privadas. “Vamos vender também as estatais que só dão prejuízo, como os Correios. E participações do governo em empresas privadas também”, completou. Ao final do vídeo, Zema copia o bordão do ex-candidato presidencial Enéas Carneiro: : “Meu nome é Zema!” 

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