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Sucessão no Congresso passa por impedimento de ministro do STF

Publicada em: 01/05/2026 07:12 -

 

O presidente do Congresso Nacional, o senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), tem articulado nos bastidores uma estratégia política que envolve a possibilidade de colocar em pauta pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A movimentação estaria vinculada à busca de apoio para sua reeleição ao comando do Senado em 2027.

Segundo interlocutores, Alcolumbre vem adotando uma série de gestos para ampliar sua base de sustentação, incluindo decisões recentes em pautas legislativas e sinalizações sobre temas considerados sensíveis no cenário político. A estratégia ocorre em meio à disputa interna pela presidência da Casa e ao aumento da pressão de diferentes grupos políticos.

Nos bastidores, o senador tem trabalhado para consolidar sua posição na sucessão do Senado. A eventual abertura de processos de impeachment contra ministros do STF passou a integrar as negociações, embora pedidos desse tipo estejam atualmente parados sob sua análise. Ainda assim, Alcolumbre não descartou a possibilidade de dar andamento a algum deles, especialmente no contexto de uma eventual recondução ao cargo.

A sinalização foi bem recebida por setores da oposição, mas com cautela. Parlamentares do PL indicam que só considerariam o compromisso efetivo mediante a abertura concreta de um processo.

Diante disso, cresce a pressão para que haja alguma iniciativa prática ainda neste ano. Parte desse grupo também defende que a presidência do Senado seja ocupada por um nome alinhado ao bolsonarismo. Entre os cotados, o senador Rogério Marinho (PL-RN) aparece como um dos principais nomes na disputa.

O senador, segundo interlocutores, tem adotado uma série de gestos políticos para atrair apoio, incluindo decisões recentes em pautas legislativas e sinalizações sobre temas sensíveis. Por Redação – de Brasília Presidente do Congresso, o senador Davi Alcolumbre (UBl-AP) pode colocar em pauta pedidos de impedimento contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), vinculando essa possibilidade ao apoio político para sua reeleição ao comando da Casa em 2027. A movimentação, detectada por líderes da base aliada ao governo, ocorre em meio à disputa interna pela Presidência do Senado e ao avanço de pressões políticas sobre o assunto. Davi Alcolumbre (UB-AP) visa permanecer no cargo, em 2027 O senador, segundo interlocutores, tem adotado uma série de gestos políticos para atrair apoio, incluindo decisões recentes em pautas legislativas e sinalizações sobre temas sensíveis. Nos bastidores, Alcolumbre tem buscado fortalecer sua posição diante da sucessão no Senado. A possibilidade de abertura de processos de impeachment contra ministros do STF passa, agora, a integrar as negociações políticas. Embora o presidente do Senado tenha mantido parados pedidos desse tipo que chegaram à sua mesa, ele não descartou a hipótese de dar andamento a algum deles caso seja reconduzido ao cargo. Processo A sinalização foi recebida com apoio por parte da oposição, mas nem todos os parlamentares demonstraram confiança imediata. Integrantes do PL afirmam, em conversas reservadas, que só considerariam o compromisso consolidado com a efetiva abertura de um processo de impeachment. Assim, cresce a pressão para que alguma iniciativa concreta seja adotada ainda neste ano. Parte desse grupo também apoia a indicação para que a Presidência do Senado passe a ser ocupada por um nome alinhado ao bolsonarismo. Entre os nomes citados, o senador Rogério Marinho (PL-RN) aparece como um dos principais cotados.
 
 
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